Esta é minha seção predileta. Eu sou um apaixonado por literatura e, para mim, as parábolas/histórias facilitam a compreensão dos fatos e da realidade; mostram os bastidores e todas as circunstâncias e detalhes que poderiam passar despercebidos num texto dissertativo. Há mais de dois mil anos, foi utilizando-se de parábolas que Jesus ensinou e abriu os olhos do povo.
- Quem matou Pixote? - por José de Almeida Borges
- A letra fria da lei - por Alex Dalton e José Ricardo
- A segunda pele - por Nivaldo de Carvalho Júnior, 3º Sgt PM
- O dia seguinte - por Helder Andrade Anastácio, Sd 2ª Cl PM
- O soldado ateu - por Nivaldo de Carvalho Júnior, 3º Sgt PM
- A arte de errar - por Nivaldo de Carvalho Júnior, 3º Sgt PM
- Difícil decisão - por Nivaldo de Carvalho Júnior, 3º Sgt PM
- Infância perdida - por Nivaldo de Carvalho Júnior, 3º Sgt PM
- Adair, o estrategista - por José Ricardo
- Um lixo, um verme, uma máquina de trabalhar - por José Ricardo
- A vontade de punir não pode ser maior do que a de fazer justiça - por José Ricardo
- Windson, para os amigos. Hudson, para os pilas - por José Ricardo
- Histórico de BO / Boletim de Ocorrência - por José Ricardo
- Milésimo de segundo, matar ou morrer - por José Ricardo
- Sensitividade - por José Ricardo
- Caso de Polícia? - por José Ricardo
- Lembranças de Natal - por José Ricardo
- Operação Macaquinha - por José Ricardo
- Na mira - por Oscar Bessi Filho
- Euforia - por José Ricardo
- Sono tranqüilo - por José Ricardo
- Central, é a viatura 77777, prioridade. Prioridade, central! >> continue lendo
- Até quando - por José Ricardo
- A incompreendida abordagem policial - por José Ricardo
- Quando a inteligência supera a força - por José Ricardo
- A cada dia um novo dia - por José Ricardo
- Onde está escrito - por José Ricardo
- Um final diferente - por José Ricardo
- Aguarde confirmação da equipe tática. Equipe Alfa, está pronta para invasão?
- Positivo, comandante.
- Então se prepare. O alvo já está na mira e será neutralizado. Atirador, faça o disparo. >> continue lendo
- Anatomia de uma execução - por José Ricardo
Osborne já estava nessa há muito tempo. Para ele, não havia mais caminho de volta. Preso ele já havia sido, e diversas vezes, não tomou outro rumo... Logo, restava-lhe apenas um destino. >> continue lendo
- Terrorismo ou demonstração de força? - por José Ricardo
- Acredite ou pague pra ver - por José Ricardo
- Aconteceu há alguns anos, lá na Pedreira. Eu era sargento na época. Ficamos cercados por todos os lados. Foram trinta minutos de troca de tiros. >> continue lendo
- Medo, respeito, companheirismo - por José Ricardo
- Oi.
- É o Soldier Bumark quem tá falando. É da casa do Sergeant Mike? >> continue lendo
- Quero ver se não acaba! - por José Ricardo
- Eu vim comprar um cigarro - respondeu o vapor.
- Oh, vai falar mentira lá na @#$%¨&**&¨%$#@! Você tá aqui desde ontem à noite. >> continue lendo
- A 200 na contramão - por José Ricardo
- Um dia de um PM - por Jeremias Moreira
- O que te deixaria realizado? - por José Ricardo
- Nem querendo - por José Ricardo
- Uma vela pra Deus e outra pro diabo - por José Ricardo
O que esse safado tá fazendo aqui?, pensou o Sargento Moisés assim que entrou na igreja e viu o Carioca, traficante de drogas da Favela do Caldeirão. O sargento não estava acreditando naquele paradoxo. O safado acendia uma vela pra Deus e outra pro diabo. Errado. Há mais de dois mil anos, Jesus já dizia que não era possível servir a dois senhores. Ou se servia à Deus, ou se servia ao diabo. Quem vende ilegalmente uma substância que vicia, que arruína famílias e que mata, e mata muito, direta e indiretamente, não poderia jamais servir à Deus. >> continue lendo
- Ordem é ordem - por josé Ricardo
Madrugada fria. Dois policiais dentro de uma viatura estacionada no passeio de uma avenida de uma grande cidade. Poucos veículos passavam em frente a eles. A rede de rádio dava notícias de crimes de toda ordem. Mas os policiais não podiam sair do lugar onde estavam. Haviam recebido ordens para fazerem ponto base naquele local. Deveriam ficar doze horas imóveis, levando segurança aos transeuntes. >> continue lendo
- O sorriso do mal - por José Ricardo
As duas viaturas, em deslocamento, emparelharam-se. O Sargento Moisés, comandante de uma delas, gritou para os militares da outra guarnição:
- Nós vamos chegar por um lado, e vocês, pelo outro. É pra jogar todo mundo na parede. Beleza? >> continue lendo
- O último dia - por José Ricardo
Talvez o Soldado Barros não fosse mais trabalhar fardado por um longo tempo. Com muita dificuldade e depois de muitos contatos telefônicos e pessoais, conseguira persuadir o chefe da S2 a lhe transferir para aquela seção. Barros era um soldado recém-formado, daqueles que ainda estava se adaptando à vida castrense. Não gostava de usar cobertura, pois estragava seu cabelo arrepiado à base de gel. >> continue lendo
- E se os policiais tivessem morrido? - por José Ricardo
Numa cidade muito distante daqui, na qual bandidos utilizavam armas de guerra e adotavam táticas de guerrilha, dois policiais mal pagos e, segundo o secretário estadual de segurança pública, despreparados e mal treinados, encontravam-se dentro de uma viatura policial. A rede de rádio estava tumultuada. Informações desencontradas eram passadas. De acordo com as primeiras informações, quatro bandidos armados de fuzis estariam fugindo em alta velocidade num veículo escuro. >> continue lendo
- O defunto do Amarildo - por André Esteves
Hoje é sexta-feira. Amanhã, portanto, é sábado, e estou esperando um mês para folgar no sábado. Já mandei a patroa arrumar o lanche para a gente curtir uma praia. Já vejo Copa lotada, a mulherada de biquininho, eu atracado com um sanduíche de maionese com ovo…
— Porra, Amarildo! Sai de trás da porra dessa parede!
Sargento Wagner me empurrou e um ou dois tiros espatifaram os tijolos a uns 20 centímetros da minha cabeça. Eu disse dois, mas pelo estrondo em meu ouvido, deve ter sido muito mais. >> continue lendo
- Lar, doce lar - por André Esteves
— Abre essa porra, maluco! Us policia tão vindo!
— Abre logo! Nós vamo morrer, maluco, Morrer!
Os gritos eram cortados por zunidos de metralhadoras que rasgavam a madrugada e acompanhados de murros na porta. Eu, sentado no boxe do banheiro com meus três filhos e minha mulher, não ousava sequer respirar. >> continue lendo
meu nome é givaldo sou pm vou fazer umbreve rezum de uma situação que passei ao sair de serviço; proximo a minha residência tem um posto de gazolina sempre que posso dou uma paradinha pro cafezinho, um certo dia não ia parar foi quando vi alguns fucionários acenar e olhei, pelo reflexo percebi qui estava acontecendo um asaslto em andamento eu estava de moto e não pude me conter fui de encotro imediato aos assaltantes que ao perceber a minha aprocimação empreenderam fuga, percebi, e perségui no intuito de afastalo mais ainda das vitimas os mesmo deixaram para traz uma caixa de som de uma das vitimas e continuei a perséguilos onde os mesmos empreêndero fuga em uma grota "graças a deus" peguei a caixa e devolvi ao proprietario me apróximei das vitimas omde agradeceram bastante e tomamos um cafezinho fumei um cigarro e me desloquei até minha residência; e não é que proximo a minha residencia mim depareie com os acusados e novamente ao mim ver empreêndero nova fuga, pessei tenho qui afastalos e tornei a perséguilos, um deixou cair um cd play de outra vitima, pegueilo e ia retorna para entragar foi quando uma senhora gritou ai meu deus eles entraram em minha rua e não tem saida mim socorra policial,pensei meu deus mim proteja e pedi que ela seguaçe o cd play e fui tentar a fastalos e entrei na rua, ao me ver um correu pro lado, o outro ficou encurralado e ao tentar pular um muro de uma residência deixou o revolver cair no chão, e ficou encurralado peguei o revolver e enquadreilo e solicitei a presência do proprietario da residencia que abriçe o portão pois já estava seguro assim o fez, augemei o acusado e liguei pra central solicitando uma vtr, passei a arma,o cd play a guarnição junto com as vitimas, e testemunha,
policial givaldo: Outro fato que aconteceu comigo; um certo dia estava de visita na residencia da minha sogra quando um conhecido falou tem um cara ai vendendo um celular, vç não quer compra, respondi,cadê , vou buscar, e logo troxe, Perguntei o valor, E respndeu um valor muito baixo, Bom pedi pra olhar, e ele deu, achei barato mas tudo bém, sendo que o celular estava com codigo de bloqueio, e pedi que o memo aguardeçe, ele ficou assustado más aguardou e eu ao mexer apareçeu um número e entrei em contato com esse número, e atenderam falei pro contato boa tarde sou policial, e tem um cidadão vendendo um celular que esta bloqueado e ao mexelo apareçeu esse númemero, vç pode fornecer procedência desse celular, respondeu pois não perguntei se o celular foi perdido,roubado,vendido,trocado, e ele perguntou a pessoa que estar com esse celula tem as séguintes caractéristica!!!!!! respondi que sim, e ele suspirou e falou vç é policial respondi sim então foi feito as ( PROVIDÊNCIA DIVINA), como assim perguntei,ele respondeu essa pessoa guase acabou com a vida da minha filhinha ele a sequestrola extrupola e deixola amarrada por mais de 12:00hora e eu ao resgatala pedi a Deus que ele apareçesse a foto dele esta em algunhas delegacia e logo respondi venha buscalo dei o endereço,assim o fez, o acusado ficou assustado com a demora que tive com o pai da vitima, e se escondeu em um riacho próximo, fui até ele e falei toma o dinheiro do celula ele com medo respondeu deixa ai que eu pego, e falei deixa ai não se vç não vim buscar ficou com ele pra mim, não ele falou preciso do dinhei pra volta pra casa, então toma e ele veio e ao chegar bém próximo dei vóz de prisão ao mesmo vç está preso por ter sequestrado extrupado uma criança e ele não reagiu e foi feito as ( PROVIDÊNCIAS DIVINA) , Agradeço a Deus por mim usar e mim fazer forte para combater os demonios que estam solto
policial givaldo: Um certo dia estava de serviço e mais ou menos 03:00hora da madrugada vi uma pessoa vindo de encontro ao posto policial, pensei que poderia ser uma ocorrência, logo percebi detalhes estranhos, como o mesmo estava descalço e com atitude de cupado nequele momento percebi que mim encontrava desarmado ao chegar bém próximo a mim vi um volume como se fosse uma arma e os olhos tam vermelhos que pareçia um demonio incorporadono mesmo com uma ação involuntaria pegueilo pelas costa e predi os braços dele e ele sacou dacintura uma faca gritei por soccoro pois nãopodia fazer mais nada meu companheiro veio as pressas e com o mesmo reflexo empurreilo para frente e recuei e ele não queria mais fugir e sim mim atingir com a faca falei pro companheiro atira nele que ele quer mim matar, o companheiro colo as placas, tomei o revolverdo companheiro e deflaguei um disparo no chão e faleisolta a faca pois o próximo tiro é na sua cabeça e com o extampido pareçe que ele retornou a si, e largou a faca no chão respirei e dei um aperto no mesmo e ele assumiu ter matado uma outra pessoa, liguei pra central informando o fato e o supervisor chegou no local e falou, givaldo ele acabou de matar duas pessoas e mais uma vez Deus mim usou pra ser feita as (PROVIDENCIAS DIVINA), Agradeço por mim usar e mim fazer forte nas lutas contra os demoniosque estam soltos
policial givaldo: vejo que o crake faz cumpri a profecia do apocalips, vejo o crake como uma das cabeças do dragão que veio pra destroir familias,honra,dgnidade,respeito, e atingi principalmentes as raizes de uma geração,destroindo o amor, em um documentario que vi os presos que moram no cauderão do diabo informando que o crake é a raspa do cauderão do diabo, que o bém prevaleça nessa querra!
um certo dia estando de serviço na guarda um pm amigo meu perguntou que horas eu iria pegar na madrugada, e respondi que iria sair as 03:00horas, e ele falou olha me acorde mas cedo pois vou mim aquecer antes de assumir o quarto d hora ok , respondi que sim, e aproximadamente as 02:30, da madrugada o chamei, e ele levantou e foi até as maqnas exercitarçe, foi qundo ele me chamou e disse fica aqui perto de mim pra ñ ficar sozinho, respondi ok , e ao levantar o peso vi algo estranho, ao decer com o peso vi ele morto e me afastei rapdo, e ele perguntou que foi, resp, nada, e ele exclamou o que foi que eu vi, resolvi dizer que vi ele morto, e ele respondeu deixa disso vç é louco entaõ fiquei calado; no proximo serviço ele continuava com a mesma aparencia para mim, e ele veio a mim e falou, vç vai tirar um quarto de hora pra mim, que estou cansado, respondi que de maneira nenhuma pois continuava com a mesma aparencia e que ele tiverçe cuidado, e ele procurou outros com a mesma proposta e ninguém quiz, e alguns veio a mim e falaram, rapaz só tem vç pra ajudar o companheiro, vç é afavor ou não? e falei pra eles o que estava vendo e todos mim tiam como louco, e me pressionaram que tiraçe o serviço pois ele argumentava que estava cansado e iria dormi um pouco mais, e sobri pressão tirei o quarto de hora e não é que ele fogiu do serviço e foi goliar com outros, e o dono do bar onde eles estavam bebendo falou, quém tirace um bebão que estava no local ganharia 10 cerveja e ele se prontificou, e deu uns emporrões e alguns tapa no bebão e ele saiu, e ficou agardando que os mesmo também saisse, e quando eles sairam o bebão deflagou treis tiros contra esse que o empurrou, e ele estava bastante enbriagado que não pode se defender e morreu, e como eu assumi o quarto de hora dele, fui punido com quatro dias de prisão por ter assumido um quarto de hora sem autorização de quem é de direito, e os que me pressionaram ñ assumiu a pressão e nem se quer foram ouvidos.
Muito boa para refletirmos.......
isso é a PEC 300
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve em uma clareira e depois de um pequeno silencio me perguntou:
Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia ....
Perguntei ao meu pai:
Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar),tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo, e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...
A Senhora Dissimulada
No ano de 2008, no mês de abril, não lembro a data exata. Também estava na VTR patrulhando tranquilamente a minha área de policiamento. Quando por volta de 15h chegou até nossa VTR, uma senhora aos prantos e soluçante, dizendo que não agüentava mais, que iria acabar com aquela imoralidade que está acontecendo dentro da sua casa.
Primeiramente pedi que a mesma se acalmasse. Dei-lhe um copo com água fria e pedi que me explicasse o que estava acontecendo. Já menos nervosa a senhora passou a relatar que vivia com um senhor bem mais velho. E que na casa onde morava, a filha deste senhor juntamente com seu namorado estavam embalando drogas pra vender e também tinham com eles varias armas de fogo escondidas dentro de um armário guarda-roupas. Perguntei-lhe por qual motivo estaria delatando sua própria enteada _e disse-me que sua enteada acabara de bater no rosto de sua filha menor. E por isso veio até nós.
Como de praxe, passei as informações ao oficial interativo e solicitei ao mesmo apoio de outra VTR para fazer a batida. Enquanto aguardava a chegada do apoio, colhi mais detalhes da revoltada senhora. Com a chegada da VTR traçamos um plano e seguimos para o local. Como combinado a GU de apoio fez o cerco e a minha GU invadiu a residência (sob protestos e perguntas, tais como: o que é isso? o que está acontecendo? Vocês não têm o direito de fazer isso? E etc. vasculhamos todos os pontos da casa e do quintal e não encontramos nada. Fiquei perplexo, pois no local só havia o casal morador da casa. Logo pensei, estamos fritos. E pra minha surpresa a senhora delatora sumiu sem deixar vestígios. Aí, usei uma estória de cobertura (o que salvou nossa GU), onde expus que eu havia recebido uma denuncia que naquela casa estava acontecendo um assalto e que as pessoas da casa estavam como reféns sob a mira de armas e que eu estava agindo no estrito cumprimento do dever_ também, deixei com o casal o número do meu celular caso eles precisassem de ajuda da policia _eu mesmo viria atendê-los.
Veja, por intrigas de vizinhos, quase entrei numa fria. Não havia nada de verdade nas acusações da dissimulada senhora. Mas, é isso ai. Só sabe quem está lá, no dia-a-dia e no face a face.
Ao 3º Sgt PM Nivaldo de Carvalho Júnior e a todos os policiais militares do Brasil a fora tenha sempre uma boa estória de cobertura. Funciona, ok?
Autor: 3º Sgt PM Marivaldo - obra escrita em 28/08/2009
Nota: Esta é uma obra de fatos reais.
Inocência
Um dia acreditei na inocência humana, que éramos iguais e que deveríamos confiar uns nos outros. Mas aprendi com o passar do tempo que apenas as crianças são inocentes. São puras de pensamento e não tem a necessidade de mentir pro não sentirem falta daquilo que nunca sentiram ou provaram.
Eu observo os acontecimentos no mundo e vejo o quão bom seria viver num mundo sem violência, sem medo, sem vergonha e sem mentiras como o mundo das crianças.
O que me conforta e saber que o céu estar de portas abertas para os inocentes e que por elas somente passarão aqueles que forem semelhantes às crianças.
Do 3º Sgt Marivaldo em memória de Tainniffy Karoline (brutalmente assassinada em setembro de 2005)
era um domingo, ja quase 22 hrs danoite, numa noite tranquila, de repente chega um cidadão, roubaram minha moto, me bateram, os tres meliantes ainda abusaram de uma garotinha de 11 anos...e prontamente a guarniçao foi atras......continuo mais tarde.......
Nossa! A cada história, volto ao tempo, sinto ter cumprido o dever de quando trabalhava na Ronda Tática Metroplitana,(ROTAM), que saudades...28 anos atrás,foi a melhor época de minha vida policial,foram 15 anos dedicados...hoje vivo de nostálgia...
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