Língua Portuguesa: reforma e unificação

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Brasil se prepara para reforma ortográfica 

DANIELA TÓFOLI
da Folha de S.Paulo

 
O fim do trema está decretado desde dezembro do ano passado. Os dois pontos que ficam em cima da letra u sobrevivem no corredor da morte à espera de seus algozes. Enquanto isso, continuam fazendo dos desatentos suas vítimas, que se esquecem de colocá-los em palavras como freqüente e lingüiça e, assim, perdem pontos em provas e concursos.
O Brasil começa a se preparar para a mudança ortográfica que, além do trema, acaba com os acentos de vôo, lêem, heróico e muitos outros. A nova ortografia também altera as regras do hífen e incorpora ao alfabeto as letras k, w e y. As alterações foram discutidas entre os oito países que usam a língua portuguesa --uma população estimada hoje em 230 milhões-- e têm como objetivo aproximar essas culturas.
"O problema é Portugal, que está hesitante. Do jeito que está, o Brasil fica um pouco sozinho nessa história. A ortografia se torna mais simples, mas não cumpre o objetivo inicial de padronizar a língua", diz Moreira.
"Hoje, é preciso redigir dois documentos nas entidades internacionais: com a grafia de Portugal e do Brasil. Não faz sentido", afirma o presidente da 

Tema: A reforma ortográfica na Língua Portuguesa e seus benefícios 



Língua Portuguesa: reforma e unificação 
                  No dia em que o Brasil lembrou os 100 anos da morte do seu mestre da literatura, Machado de Assis, a língua pátria tomou novos rumos. Com a reforma ortográfica, a sociedade promove uma importante discussão sobre quais benefícios que esta modificação pode trazer para os países que falam a Língua Portuguesa.
                   A Língua Portuguesa é difícil. Suas regras gramaticais são uma das mais complexas das línguas, mas a reforma ortográfica não foi criada com objetivo de facilitar para os estudiosos e sim para unificar os países que falam o mesmo idioma.
                  As mudanças tornarão a língua uma só. Os benefícios que isso pode trazer para os países falantes do português são notáveis: além de facilitar o intercâmbio científico e cultural, a expectativa é de que a reforma amplie a cooperação entre os integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
                 O desafio agora é a adaptação. Se para algumas pessoas era difícil entender uma gramática antiga, agora com a modificação fica ainda mais difícil.
É necessário que o governo invista agora na capacitação dos educadores para que a reforma não fique apenas no papel e a população deve adaptar e aceitar as novas regras. Afinal, se a língua é viva, é normal que ela sofra transformações.

                                                   Autor: Marcelo.



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1 comentário(s):

Anônimo disse...

Excelênte!

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