A incompreendida abordagem policial

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A incompreendida abordagem policial

· José Ricardo

O Cabo Spencer e o Soldado Tandberg realizavam radiopatrulhamento rotineiro por um bairro periférico da cidade de Iômega. Quebrando a tranqüilidade, a central de comunicações pediu atenção na rede de rádio.
- Atenção todos os postos, há cerca de dez minutos, três indivíduos armados tomaram de assalto um automóvel Peugeot de cor preta. A vítima está muito assustada e não soube fornecer a placa do veículo. A suspeita é de que os infratores tenham evadido sentido a cidade de Iômega.

Poucos segundos após a transmissão da mensagem da Central, os dois policiais avistaram um Peugeot preto em deslocamento. Seria uma simples coincidência? Coincidência ou não, era dever dos policiais abordarem o automóvel; era para isso que eles eram pagos. Recuperar o veículo violentamente subtraído por indivíduos armados era a missão que deveria ser cumprida mesmo que com o sacrifício da própria vida; os policiais não iriam prevaricar. Imediatamente comunicaram o fato na rede, pediram cobertura e iniciaram o acompanhamento. Mantiveram certa distância do automóvel até a chegada do reforço. Com a presença de mais uma viatura e, conseqüentemente, com supremacia de força e maior segurança, iniciaram os procedimentos de abordagem veicular. Momento crítico, de alto risco, no qual o policial sente o organismo ser inundado por altas doses de adrenalina, elevação do batimento cardíaco, respiração acelerada, vasoconstrição... O confronto parece próximo, e o que impera é o instinto de sobrevivência. Ligaram os giroflex e as sirenes, aproximaram do automóvel com ação vigorosa e, pelo megafone da viatura, Spencer determinou:
- Abordagem policial! Motorista do Peugeot preto, pare o veículo no acostamento!
O automóvel foi diminuindo lentamente a velocidade, até parar. Os policiais desembarcaram com rapidez, assumindo posições táticas em torno das viaturas.
- Atenção ocupantes do veículo, abram os vidros e coloquem as mãos onde eu possa vê-las! - verbalizou o Cabo Spencer. Nenhum movimento, porém, ocorreu no interior do automóvel - Abram os vidros e coloquem as mãos onde eu possa vê-las! - reiterou, dessa vez falando com mais firmeza e energia.
Um cidadão, com um movimento brusco, abriu a porta do veículo, desceu, sem colocar as mãos na cabeça, e disse, com arrogância:
- Que isso! Não precisa disso, não! Duas viaturas, sirenes... Pra que isso tudo!?
- Cidadão, coloque as mãos na cabeça! Coloque as mãos na cabeça!
- Eu vou me identificar. Precisa apontar a arma pra mim, não.
A situação, crítica por natureza, ficou ainda mais tensa. Qualquer movimento suspeito e os policiais poderiam atirar em legítima defesa putativa. O cidadão não compreendia os riscos que corria e continuou insubmisso.
- Abaixem as armas que eu não sou vagabundo, não.
- Cidadão, fique calmo e coloque as mãos na cabeça, para sua própria segurança. E não faça nenhum movimento brusco.
Contrariado, o cidadão obedeceu. Agora era trazê-lo para área de segurança.
- Cidadão, caminhe em direção da minha viatura, lentamente, e com as mãos na cabeça.
- Ah, não! Vocês já estão esculachando... Eu tô com minha esposa no carro. Eu não sou bandido, não. Pára com isso. Eu sou advogado, eu sei das minhas prerrogativas e dos meus direitos.
- Cidadão, caminhe em direção da minha viatura, devagar, e com as mãos na cabeça.
Spencer evitou entrar em bate-boca com o suspeito. Este, insatisfeito e se sentindo molestado, atendeu às determinações e caminhou até perto da viatura, onde o Soldado Tandberg iniciou a busca pessoal.
- Que isto, polícia, eu vou me identificar. Vou pegar minha carteira de advogado. Não precisa disso não que eu não sou bandido.
- Continua com a mão na cabeça! Continua com a mão na cabeça! Alguém aqui tá falando que você é bandido...? Quem mais está no carro?
- Só a minha esposa. Olha os braços dela lá pra fora da janela...
As informações do suspeito pareciam consistentes e verossímeis, mas o Cabo Spencer não seria tolo de se aproximar do carro, invadindo a área de risco pelas simples declarações de um indivíduo desconhecido. Da mesma forma como fez com o motorista, determinou que a mulher desembarcasse com as mãos na cabeça. Ela obedeceu e, procurando ganhar confiança dos policiais, disse:
- Podem ficar tranqüilos. Eu sou psicóloga e sou amiga pessoal do prefeito da cidade.
- A senhora também pode ficar tranqüila. Nós somos profissionais e todos os procedimentos adotados são para sua segurança e do seu marido. Não faça nenhum movimento brusco, obedeça aos comandos verbais e não se sinta constrangida.
- Tá bom, mas não precisa apontar a arma pra mim, não.
- Senhora, eu não te conheço. Continue com as mãos na cabeça e só fale quando eu lhe perguntar.
- Aí você já está me ofendendo... Você vai me proibir de falar, é?
- Senhora, caminhe em direção da minha viatura. Se a senhora colaborar, tudo vai acabar rápido e bem.
- Tá bom, mas não precisa apontar a arma pra mim, não.
Os policiais continuaram empunhando as armas na posição de pronta resposta e, com a devida segurança e dentro das técnicas policiais, a mulher foi abordada. Em seguida, o carro foi revistado e, por fim, foi constatado que não era o automóvel tomado de assalto. Fora uma simples coincidência, mas os policias não podiam prevaricar, nem se omitir, nem menosprezar os riscos, nem desprezar a técnica.
A abordagem policial se somou a grande maioria das bem-sucedidas, mas que, por pouco, não acabou numa tragédia pela incompreensão de pessoas que clamam por segurança, mas que não querem ser incomodadas; por pessoas arrogantes, insubmissas e não-cooperativas com o trabalho policial; por pessoas que cobram proteção do Estado, mas que esquecem que segurança pública também é responsabilidade de todos.

Nota: Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência.

"É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença” - Inciso IX do artigo 5º da Constituição Federal.



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45 comentário(s):

Dextermilian SD disse...

esse é o povo brasileiro!!! tudo bem a nossa sociedade e nova , estamos nos aprimorando na questão da segurança publica , mais o que dizer das pessoas que são ditas como classe a " estudas" essas que deveriam ter obrigação de se comportarem educadas diante de uma abordagem policial , pois são elas que mais reclamam de falta de policiamento urbano ... resumindo a sociedade está podre , mais o podre não consumiu a "fruta" por inteiro.

José Ricardo disse...

Coloque uma maçã podre numa caixa (sociedade) cheia de maçãs sadias (sadias?) e veja o resultado...

nivaldo de jesus - 1º sgt pm disse...

a abordagem policial é um dos momentos mais criticos em nosso trabalho, tem que ser levada a sério e agir com respeito com a comunidade, depois desta ser realizada e a guarnição estar em segurança, mais a um policial ´não deve existir a esperança de que o abordado entenda ser uma das funções a ser executada durante o nosso seerviço.

Anônimo disse...

Recebi uma abordagem do BOPE na porta de minha casa na data 13/11/2008 as 14:00 horas, de forma totalmente constrangedor e absurda, eles apontaram varias pistolas e um fusível em direçao DA MINHA CABEÇA gritando para por a Mao na cabeça, como se eu tivesse acabado de cometer um crime absurdo, acho isso um extremo absurdo e abuso de autoridade, pois não ando mal trajado, estava de calça, sapato social e camisa social com minha mochila também social nas costa e tinha acabado de decer de cima da moto cg 125,a minha mãe estava dentro do lote estendendo roupa no varal e a vizinhança na rua ficou horrorizados com esse tipo de abordagem com um cidadão de bem, minha mãe falou com eles o que era aquilo eles gritando
que era o trabalho deles a minha mãe exclamou. Meu filho não é vagabundo não! eles gritando não to chamando ninguém aqui de vagabundo não. Porem não com palavras mais sim da maneira que eles me abordaram é como se tivesse sim. Abriram minha mochila e só acharam meus cadernos livros canetas e calculadora.
Desculpa se tenho sido ignorante mais isso é muito constrangedor para um cidadão de bem pagador de impostos, estudante, na porta de sua casa na na frente de seus vizinhos, e não esta fugindo da policia, eles não ligaram sirene e não mandarão eu para, MINHA MAE COITADA FICOU PASSANDO MAL SOFRE DE PRESSAO ALTA. Esse tipo de abordagem é para que tem desobedecido a ordem de parar ou algo parecido. Não entenda isso como um desabafo pois isso não é só um caso isolado vemos isso com freqüência nos meios de comunicação e nas ruas , sobre a atuação do BOPE nas ruas, assustando as pessoas de bem. Vocês têm um excelente trabalho e deixam se degrenir a sua imagem por atitudes bobas como essa perante a sociedade. ( SEI QUE OS SENHORES ESTAO AMPARADO PELA LEI; MAIS ANTES DE MAIS NADA SOMOS NOS, COMUNIDADE SEUS PAIS E FAMILIARES QUE FINANCIAMOS O SISTEMA) .Era 14:00 horas da tarde sem justificativa alguma apontarem 5 pistolas e uma arma longa em DIREÇAO MINHA CABEÇA.

OBS: HA 2 ANOS ATRAS NA PORTA DA MINHA CASA UM AMIGO VIZINHO RECEBEU UM TIRO DE PISTOLA PONTO 40 NA ALTURA DO ABDOME ATRAVESSANDO DE UM LADO PARA O OUTRO , E ACERTANDO O PORTAO DA VIZINHA, ATE HOJE TEM A MARCA DA BALA NO PORTAO POR UMA ABORDAGEM POLICIAL DESCE TIPO. SENDO QUE O VIZINHO MEU É CIDADÃO DE BEM TRABALHADOR. A POLICIA O LEVOU AO HOSPITAL E EMPLANTARAM UMA ARMA NELE DIZENDO QUE ELE ESTAVA ARMADO. POIS TENTATIVA FRUSTADA A PERICIA DETECTOU QUE A ARMA NÃO ERA DA VITIMA, POIS NÃO TINHA NENHUMA DIGITAL DA VITIMA NA ARMA É SIM AS DO POLICIAIS.

Anônimo disse...

Essa abordagem que recebemos aqui sei que se morássemos em outra cidade a policia abordaria de forma mais educada e eficiente.
BOM DIA PODERIARMOS FAZER UMA ABORDAGEM NO SENHOR DE ROTINA POR FAVOR VERIFICAR SUA MOCHILA E OS DOCUMENTOS DE SUA MOTO.
Como já recebi esse tipo de abordagem.
COM ARMA EM PUNHO E NÃO APONTANDO EM DIREÇAO A SUA CABEÇA. SE UMA ARMA DESSAS DISPARA ASSIM COMO O CASO ACIMA CITADO IMAGINE A MERDA QUE SERIA FEITA.
Concordo sim em os policiais serem selecionados com NIVEL SUPERIOR pois e outro nivel de policia na rua.

José Ricardo disse...

Anônimo, era só você colocar a mão na cabeça. Por que não colocou? É só obedecer, e pronto. Bandido não tem estrela na testa. Existem técnicas de abordagem, e as técnicas ensinam assim. Ou você acha que o policial vai esperar você tirar uma arma da bolsa para depois lhe apontar a arma dele? Abordagem é com a mão na cabeça, mesmo, para a segurança do policial e da pessoa abordada. Ou o policial não têm o direito de trabalhar com segurança?
Agora, nem merece comentário o fato de você achar que não deveria ser abordado porque "não ando mal trajado, estava de calça, sapato social e camisa social com minha mochila também social nas costa e tinha acabado de decer de cima da moto cg 125,a minha mãe estava dentro do lote estendendo roupa no varal".
Anônimo, policial não tem bola de cristal, não!

Soldado Cidadão disse...

Anônimo, em que planeta você está vivendo? Será que é no mesmo que eu? Acredito que não, pois aqui no meu, pessoas que andam de calça social, sapato social, camisa social e com mochila também social, muitas vezes cometem crimes violentos, absurdos e hediondos. Aqui também, existem pessoas que andam mal tajadas, mas não porque são bandidas e sim por que trabalham em obras-de-construção, em oficinas mecânicas(daquelas que consertam motos Cg125)e em vários outros lugares que ai não deve existir. Aqui, os policiais tem família e não gostam de arriscar suas vidas, sendo assim eles tentam de todas as formas sairem vivos de uma abordagem, sem falar na vontade que eles têm de prender algum CIDADÃO INFRATOR, desses, que por causa de uma namorada resolve sair da sua condição de "não vagabundo" e de uma hora pra resolve matar, assaltar, delinquir e invadir casas em que senhoras costumam estender pacificamente suas roupas nos varais. Além disso, anônimo, como bem disse josé ricardo, nossos policiais não possuem esse seu mecanismo sofisticado de saber à longa distância que é bandido. Gostaria de dizer que algumas pessoas daqui só obedecem aos comandos verbais da policia se eles forem vigorosos, se eles chegarem em tom brando como esse por exemplo: você ai cidadão de calça, camisa e mochilas sociais, por favor vire de costas e ponha suas mãos sobre a cabeça... isso é uma abordagem policial, por isso estamos vestindo essas roupas pretas e esses coletes balísticos nesse calor de 40°c. Aqui se fizerem isso, as pessoas rirão de nós e não nos obedeceram, porque foram criados por seus familiares, pela televisão e eles dizem que o legal e o bonito é ser forte e não se submeter ao comando de ninguém a não ser que esse alguem esteja de calça, sapato e camisa e mochila social. Mas isso é herança de um tal MDB. Um partido político que existiu, no qual todos os seus filiados usavam terno e gravata, flavam um bom português, tinham um presidente que era dono de jornal no Rio de Janiero(usava esse jornal para disseminar notícias que traduziam seus interesses)e volta e meia tentavam vender o nosso planeta a um tal de Tio Sam. Certa feita eles apoiaram um golpe de estado conhecido aqui pelos engravatados como ditadura militar( por que depois do golpe eles não puderam participar do governo), mas que na época era conhecido como revolução. O nome disso é história, mas poucos por aqui para pra pensar nisso. Portanto, se você estiver no meu planeta a passeio, não se sinta constrangido se um policial te abordar vigorosamente, contudo fique bastante preocupado se um bandido te apontar uma arma, pois isso não será para sua própria segurança!

Anônimo disse...

Sábias palavras a do colega que certamente passa constantemente por essa arrogancia de sapatos prada e terno e gravata, dizendo em alto e bom tom: "não sou bandido". Vale lembrar que os maiores bandidos e fdp atualmente estão sentados atras de uma mesa com seus ternos caros comandando quadrilhas de assaltantes e traficantes. Enfim, não são suas roupas que vão dizer quem vc é. Acorda cidadão! Bota a mão na cabeça para o bem geral.

Anônimo disse...

Paizano, há paizano....sem comentários... formei há um mes no CTSP e vim para minha cidade, aqui houveram varios assaltos, por isso estamos abordando muito, nas ultimas semanas foram, umas 5 reclamações na imprensa, por causa das abordagens... e todas com tecnica, mas o povo acha que a gente adivinha quem é bandido e quem não é. Mas o que importa é que reduzimos a criminalidade a quase 0. Querer que a população entenda nosso trabalho é uma verdadeira utopia...

Rafael Fernandes disse...

de onde esse "anônimo" tirou a idéia de que engravatado não comete crime? comecei a fazer faculdade a um semestre e todos na sala reclamam que polícia só aborda negro mal vestido. não adianta, somente vestindo farda pra saber da sensação citada no texto. quem entende de polícia é polícia. o problema nosso é cultural. o fodão fala mal do presidente, mas não serve p/ ser nem presidente de associação de bairro; fala mal dos médicos, mas ñ sabe fazer nem uma massagem cardiaca; fala mal de professor, mas só sabe falar merda, ñ sabe nem ensinar uma criança a atravessar um rua. e depois quer falar mal de polícia.

José Ricardo disse...

Jogar pedra na vidraça alheia é muito fácil...

Anônimo disse...

Não é a primeira vez que ouço expressões como "não tá escrito na testa" ou "não tem bola de cristal". Então, dos policiais eu queria saber: o que é uma "atitude suspeita"? Porque todos vcs sabem do que acontece com os policiais, mas será que já se colocaram no lugar da pessoa abordada que nunca cometeu um crime?
Não sou do tipo "contra a polícia" e imagino que deve ser dificílimo trabalhar de farda. Mas hão vcs de convir que há muito preconceito nesse tipo de procedimento.

José Ricardo disse...

Anônimo, a atitude suspeita deriva de uma série de fatores e variáveis. Vou te dar o exemplo do conto. Em condições normais, o peugeot preto não estaria em atitude suspeita, contudo, considerando que um peugeot preto, de placa não sabida, havia sido tomado de assalto havia poucos minutos, ele passou a ser suspeito.
A atitude suspeita depende da situação, do local, do horário. Outro exemplo, você não consideraria suspeita toda pessoa que estivesse num conhecido ponto de tráfico de drogas? Ou seja, somente o policial, analisando todos os fatores e variáveis, pode determinar a atitude suspeita. Ao abordado, cabe obedecer.

Juridicamente, é plenamente legal ao policial realizar abordagens e busca pessoal, independetemente de mandado. Assim diz o artigo 244 do Código de Processo Penal (CPP):
Art. 244. A busca pessoal independerá de mandado, no caso de prisão ou quando houver fundada suspeita de que a pessoa esteja na posse de arma proibida ou de objetos ou papéis que constituam corpo de delito, ou quando a medida for determinada no curso de busca domiciliar.

Colocando-me no lugar da pessoa abordada, independentemente de ter sido presa ou não, eu obedeceria às ordens dos policiais. Anônimo, é só obedecer, e ter consciência de que aquela abordagem é para sua segurança. Se o policial determinou que você coloque a mão na cabeça, coloque! É só isso.

Não vejo nenhum preconceito. Vejo profissionalismo. O preconceito talvez esteja na cabeça das pessoas.

Anônimo disse...

Sou Policial Militar e ja fui abordado pela tropa d choque da PM e foi mais ou menos assim, era Inverno eu estava de Calça acho q umas duas blusas boné óculos escuro, fui levar minha esposa em uma clinica realizar um exame e fiquei esperando ela do lado de fora da clinica, do outro lado da rua havia um muro alto onde o batia o sol, me escorei lá e fiquei esperando a minha esposa, pasaram-se uns 10 min ou menos deceram 3 policiais a pé com arma em punho e uma vtr pelo outro lado da rua subindo não imaginei q fosse comigo porem na hora m disseram "mão na cabeça" AE SR ANONIMO AE D CIMA ACHA Q EU FIZ O Q coloquei a mão na cabeça e deixei q m revistassem, somente falei que estava armado e que era PM tiraram a minha arma e pediram que eu m identificasse, assim que eu tirei o boné e os óculos me reconheceram e pronto tudo resolvido, agora SR ANONIMO vc acha que c eu tivesse reagido gritado esperneado chamado a minha mãe iria adiantar alguma coisa, era bem provavel de ainda levar um tiro então seu mané quando a Policia lhe abordar vc põe a mão na cabeça e cala a sua boca.

Anônimo disse...

A ABORDAGEM É LEGAL ,QUANDO HA COOPERAÇAO DE AMBAS PARTES .NENHUM CIDADAO DE BEM GOSTA DE SER ABORDADO PRINCIPALMENTE,QUANDO QUEM ESTA DO OUTRO LADO NAO TEM UM BOM PREPARO PARA EXECUTAR TAL TAREFA.

Anônimo disse...

Caro cidadão , sou policial e já realizei diversas abordagens algumas de rotina e outras sob fundada suspeita. Na policia costumamos dizer o seguinte (QUEM NÃO ABORDA NÃO PEGA NADA).São nessas abordagens rotineiras que prendemos drogas e muitas armas que são usadas para ceifar vidas de pessoas de bem durante os roubos.Em alguns bairros mais necessitados de segurança ,as pessoas não gostam de ser abordadas porem agradecem e dizem entender nosso trabalho. É PARA VC E SUA FAMILIA QUE FAZEMOS ISSO, PENSE BEM..

DEVAIR COSTA - Sgt PMMG disse...

Sou policial militar e sempre faço abordagens. Dependendo da situação e do local eu sempre estou com minha arma empunhada na posição de "pronta resposta". Quando eu detecto que o abordado compreendeu minha determinações e não ofereçe resistencia eu permaneço com a arma na posição "sul-ostensiva" ou "sul-velada", conforme preescreve o nosso manual, porém atento a qualquer eventualidade. Fico arrepiado quando vejo em vídeos a displicência de certos policiais do denominado país de 1º mundo durante uma abordagem policial. Eles se aproximam, geralmente, do veículo abordado e colocam a mão na maçaneta para abrir a porta do motorista e de vez em quando tomam "chumbo na cara". Abordagem é coisa séria. Deve oferecer segurança para aos dois lados. Mas sinceramente, ser abordado por policial estressado, com a arma apontada para o abordado e com o dedo no gatilho, ouvir ordens de dois ou mais policiais simultâneas e diversas é HORRÍVEL! Já passei e sempre passo por isso.

Anônimo disse...

Caro reclamante...VC é um verdadeiro fanfarrão! Acho melhor acordar e sair do mundo da lua,estamos em uma verdadeira guerra civil e VC vem com essa conversa fiada.VC é como todo paisano, só apoia o trabalho dos policiais quando são vítimas de algum delito, no minimo deve ser filhinho de papai. acorda paisano folgado....

Anônimo disse...

QUANDO ABORDA SE UM INDIVIDUO EM ATITUDE SUSPEITA É CORRETO EFETUAR SE A ABORDAGEM DE MODO FIRME E SEGURA,POIS O QUE É ENFATICO NO MOMENTO É A SEGURANÇA DOS AGENTES DA LEI,DOS CIDADÃOS Q CIRCUNDAM O LOCAL E DO PROPRIO ABORDADO,DEIXO CLARO QUE QUANTO À EDUCAÇÃO AMBOS DEVEM FAZEREM USO,POIS SAINDO DESSE PERFIL A ABORDAGEM PERDE SE A LINHA DO QUE É ESPERADA,OU SEJA,O BEM ESTAR DA SOCIEDADE,POR VEZES GERANDO UM STRESS EM AMBOS OS LADOS,POIS SE O ABORDADO AGE MAL EDUCADAMENTE ESTA ERRADO POIS OS AGENTES ESTÃO ALI PARA PROPORCIONARÉM SEGURANÇA E SEGURANÇA SÓ SE FAZ FAZENDO POLICIA,E SE POR O OUTRO LADO OS AGENTES FORÉM MAL EDUCADOS ERRAM TAMBÉM POIS PARA SER VALENTE Ñ É PRECISO MOSTRAR SE MAL EDUCADO,IGNORANTE OU ARROGANTE ISSO É SINAL DE INSEGURANÇA E AMADORISMO ,SER VALENTE É ADMINISTRAR UM CONFLITO FAZENDO COM QUE A SOCIEDADE,OS AGENTES SAIAM ILESOS E O CRIME PERCA,POIS SE TEM ALGUÉM QUE TEM Q PERDER ESSA GUERRA É O CRIMINOSO!!!

Anônimo disse...

O IRMÃO FALOU E DISSE TUDO,COM CERTEZA TEM CONHECIMENTO DE CAUSA...

Anônimo disse...

RSRSRSR SIM 20 ANOS ARRISCANDO A VIDA PRÓ A SOCIEDADE,SERÁ QUE SOU RECONHECIDO POR ELA???OLHA TENHO CERTEZA QUE PELA MINHA FAMILIA SIM RSRSRS MAS Ñ HÁ STRESS QUANTO A ISSO...

Anônimo disse...

Artifícios mariginais durante abordagem ou prisão:
1. Sou trabalhador, não sou bandido!
2. Intervençao de mãe, irmão, esposa com criança no colo, parente e amigos (comparsas) - O que ele fez? É honesto e trabalhador! não é vagabundo não?
3. Se ha flagrante : isso não é meu; foi plantado. Não sei, nunca vi!
4. Vosê está falando com trabalhador!

A Sociedade deve compreender que a fidelidade das informações durante um abordagem devem ser apuradas pelo policial e, por uma questão se segurança dos policiais e de outras pessoas moradoras das adjacências do local da abordagem, e de transeuntes, estes sim HONESTOS E TRABALHADORES, deve o policial desconfiar que o abordado diz.

Anônimo disse...

Caros colegas, esse cidadão reclamante é o espelho real da nossa sociedade. Acredite nos é que vivemos o perigo constante e eminente na pele por isso somos que sabemos o real momento de abordar e como abordar. Ninguem vai ao hospital dizer como o cirurgião deverá operar, ou até mesmo a padaria dizer como o padeiro deve fazer o pão. E por que todo mundo quer dizer como deveriamos trabalhar? Se todos entendem tanto de segurança pública por que´precisam da gente? Também achei engraçado ele defender o ingresso do Policial com "curso superior", me diga o que adianta ter curso superior e saber trata como lorde inglês para uma sociedade tão mau educada(quando eu digo mau educada, não quero dizer sem estudo, pois pessoas bem letradas ás vezes são totalmente sem educação)

Anônimo disse...

Olá, não sou policial. Em um comentário acima um policial mencionou duas abordagens: uma de rotina e outra sob fundada suspeita. Como funciona exatamente essa abordagem de "rotina"? Uma viatura pode abordar aleatoriamente e de forma arbitrária qualquer veículo? Mas esse ato não seria imotivado? Se não há desvio de conduta nem comportamento suspeito, o que leva a autoridade a executá-la, considerando que os agentes não tenham recebido por rádio qualquer informação a respeito?

Vamos supor que a viatura faça uma abordagem "sob fundada suspeita" porque recebeu uma informação via rádio que um veículo com características similares havia sido roubado minutos antes. Embora a abordagem a princípio tenha presunção de legitimidade, quem garante que de fato houve tal informação do rádio? E se não houve informação nenhuma e os policiais estão na verdade inventando uma desculpa pra abordar? Quem pode checar a veracidade da informação? Entendem a minha preocupação? Qualquer policial pode abordar qualquer pessoa e alegar que "recebeu uma informação do rádio etc etc" e pronto, já está "fundamentada a suspeita".

Outra coisa. Um policial também disse acima: "Na policia costumamos dizer o seguinte (QUEM NÃO ABORDA NÃO PEGA NADA)." Pois bem, existe algum incentivo econômico para vocês, policiais, 'pegarem' alguma coisa? Vcs ganham prêmios, gratificações ou bônus por isso? Se um policial tem incentivos pra realizar o máximo de abordagens então ele também vai ter incentivo pra inventar suspeitas fundamentadas e abordar qualquer um na rua. mas claro, este policial sempre vai dizer que é pro "bem comum" etc etc

Anônimo disse...

que ignorancia ...
nao sou policial , porem respeito o trabalho da policia ..
se revoltar numa abordagem policial é a mesma coisa que fazer um exame de prostata e depois sair reclamando pq o medico colocou o dedo no seu "furico"
kkk
se você nao tem nda que o desabone socialmente ...nao é bandido ..homicida.. etc e tal coloca o lixo da sua mao na cabeça e pronto pra que estressse ...agora eu quero ver quando o marginal que "nao tem nda a perder' enfiar uma arma na sua cara e levar seu sapatinho ...sua gravatinha...sua integridade fisica(furico) o que você vai fazer?!
chamar quem?!
o batmam?!
nao amigo vai chamar a policia e ai deles se nao aparecerem rapido né?! vai ficar dando esse pití de viadinho ai!!!
acabei de ser abordado ..
os policiais me trataram com total profissionalismo ...com arma em punho mesmo..
perguntaram se eu ja fui preso
eu respondi que nao
coloquei a mao na kbça e pronto acabou
.qual o problema?!
se coloque no lugar dos kraas tbm
ou você acha que depois do expediente eles vao pra sala da justiça jogar baralho com o super homem?!
nao amigo os kras vao pras suas familias tbm
ver seus filhos recem nascidos e tal...
entao antes de se achar no direito de rodar a baiana..
observe os fatos e tire conclusoes sensatas..
sabe o que falta no brasileiro?!
parar de pensar so em futebol bunda e carnaval acordar pros problemas que estao destruindo o pais...
trafico de drogas e corrupçao em todas a esferas da sociedade desda politica passando pela policia
até ai no seu local de trabalho..
como diria jesus cristo
... antes de assoprar o sisco no olho do proximo tire a trava que á no seu proprio olho
e esse negocio de generalizar uma classe trabalhadora e horrivel
...semana passada um medico vagabundo faltou ao exame que minha mae foi fazer em um hospital publico e nem por isso eu amaldiçoei a classe medica..
desabafei...kkkk
parabens ao bons policiais e cadeia ao bandidos da favela e ao bandidos do governo e ao bandidos de farda!!!

k@ver@ disse...

concordo em termos policiais com nivel superior sim, mas tambem te digo que com os salarios que sao pagos quem em sã consciencia iria arriscar sua vida por r$1000,1500 podendo ganhar o triplo com seu diploma ou curso superior? eu sou honesto, nao aponto arma pra cabeça de ninguem, respeito a populaçao seja ela a classe a,b ou c, porém quando terminar a faculdade concerteza nao arriscarei mais minha vida por 1500 reais.o brasil tem a policia que merece, os politicos que merece pois so estao la porque vc votou neles.

Anônimo disse...

Certa vez,vinha eu, à pé, lá pelas 17:00 horas, ainda com as roupas sujas de cimento, trajava boné, também sujo e bastante surrado, após um estafante dia de serviços braçais em meu sítio, quando em dado momento, numa estradinha de terra batida, local ermo nas proximidades de um bairro muito mal afamado, eis que surge uma viatura policial do 22° BPM, e seu comandante, um 3° sgt, que de imediato me determinou que parasse e me identificasse... ainda que pudesse observar que aquele sgt não tivesse adotado as técnicas corretas da abordagem em indivíduos à pé, não estava eu alí para fazer avaliações das ordens emanadas pelo referido graduado, e sim, obedecê-las... e, foi o que eu fiz, sem pestanejar, como não me foi dada a ordem para por as mãos na cabeça,(o que seria o correto), levantei as mãos e disse àquele graduado que eu também era PM e iria tirar a minha funcional da carteira, que se trazia na cintura...entreguei-lhe a minha carteira de POLÍCIA, e após o mesmo certificar que realmente eu era da "CASA", "juntou os casco" e ainda me lascou uma correta e merecida continência, com ATITUDE, GESTO E DURAÇÃO, pedindo-me desculpas (sem necessidade) pela abordagem, e ainda me perguntou para onde eu estava indo, oferecendo-me uma CARONA, e assim foi feito... me deixaram na porta de minha casa, onde, só não entraram, para tomar um café, por terem sido empenhados, justamente naquele momento, para atendimento de uma ocorrência. Para mim, não poderia acontecer coisa melhor naquele dia, pois, nas condições em que me encontrava, não tinha coragem de tomar o ônibus, e se eu fosse à pé, iria chegar em casa tarde da noite. Passados alguns anos, esse Sgt foi transferido, a pedido, para o meu Btl, e ele chegou a trabalhar sob o meu comando, e sempre comentamos sobre o acontecido com demais companheiros, com cada um contando a seu modo, num clima de respeito e camaradagem... princípios estes, que não podem faltar em noso meio. Abraços a todos os guerreiros Milicianos de Tiradentes.

Anônimo disse...

corrigindo "... que se trazia... lê-se: que trazia..."

Anônimo disse...

Não sou militar,ainda,e tbm ja fui obordado pela polícia algumas vezes,uma delas inclusive, aconteçeu enfrente mha casa qndo eu saia de dentro de um terreno ao lado da mha casa e "do nada" apareçeu uma viatura do tático eu ainda tentei entrar em casa,como qm ñ qer nada,+ só ouvi a voz dizendo: "mão na cabeça"! não pensei 2x obedeci a todas as ordens msm tendo, apontado em mha direção,todo tipo de armamento:metraladora,automática etc...mha mãe ouviu o barulho no portão e ficou apavorada com oq viu,porém, os policiais foram extremamente profissionais,acalmando inclusive mha mãe...como alguns militares citaram acima p/ q tudo de certo em uma abordagem é só seguir as ordens e pronto afinal tenho conciência de que oq eles fazem é p/ mha própria segurança abraços à todos

Anônimo disse...

Sou phd, em abordagem policial, sou negro tenho 44 anos sou tecnico agricola casado um filho, e sento a minha propria pele, que 90% das abordagem policiais, tem tudo haver cor a cor do cidadão principalmente se tem um carro novo, se alguem tem duvidas do que estou relatando, e so fazer o teste e principalmente quem é da raça negra sabe exatamente do que estou falando.

Anônimo disse...

Concordo com o anonimo acima; se vc for negro e com um carro mais novo, com certeza é "mao na cabeça", e nen precisa fazer teste nenhum, viu! infelizmente a mais pura realidade brasileira e olha que melhorou muito hein, graças as Denuncias do; Ministério Publico, ouvidoria da policia e a algum orgãos da imprensa.

Anônimo disse...

A grande maioria das abordagens policiais, sao feitas com certeza pela cor da pele(a cor da pele em questao é; negra) e aparencia do cidadão, afirmo isto com experiencia propria.

Cláudio Roberto disse...

Abordagens policiais geralmente são feitas a esmo. Assusta-se ás vezes as pessoas nervosas por acaso. Algumas pessoas não gostam da presença de autoridades e ficam nervosas e por isso essas mesmas autoridades não sei por que acabam abordando essas pessoas. Parece perseguição. A questão da cor da pele é por que acostumaram a achar que são bandidos afrodescendentes, geralmente da pele mais escura. Ouví falar que até policiais afro fazem isso com pessoas da cor dele. O que fazer então? Não temos obrigação constitucional alguma de parar por quem quer que seja. Se ás vezes paramos é pelo princípio de dar atenção aquela pessoa. Esse país precisa de mais humanidade. As pessoas precisam ajudar a acabar com a bandidagem e assim hsverão menos abordagens policiais. Tem de ter raiva dos bandidos e não da polícia.

Anônimo disse...

Como a mulher foi abordada? Revista de policial homem em mulher só deve ser feita em caso de flagrante delito!

Anônimo disse...

Tirando o que eu escrevi acima a abordagem relatada foi totalmente profissional.

Anônimo disse...

Policial é autoridade, de Fato e de Direito, e possui poder coercitivo devendo seus actos serem pautados pela Lei, ética. Não precisa tirar de tempo os demais... Até porque todos somos úteis na sociedade. O infrator é nocivo, seja senador, deputado. Pois da corrupção vem as mazelas sociais e demais anomalias. O descrédito com a classe política atinge o apogeu. A corda só arrebenta do lado mais fraco. Não é justo existir dois códigos um para os Oficias e outro para os Praças. Fazemos sua defesa Militar: Sindicâncias, Processo Disciplinar, destravamos Promoções, liberamos Pensões, Prisões Ilegais, HC, MS. advogado.civil@gmail.com--

Anônimo disse...

hoje ,eu e meu cunhado fomos abordados pela policia militar do pedra 90 em minha moto modelo falcon,e os militares com tonalidade de voz alta maNdou descer da moto e colocar as mãos na cabeça. falando desta forma: vamu vagabundos! rápido vilhos de uma puta, nisso cada um apontando o armamento em nossa direção. OLHA AI GOVERNADOR,SECRETÁRIO DE SEGURANÇA, A SUA SEGURANÇA ESTIMULA REVOLTA URBANA.

Carlos disse...

Nem 8 nem 80. Costumo não concordar com as unanimidades.
Como alguém disse em comentário anterior, não vivemos em um mundo de faz de conta.
No mundo real é fato: há sim policiais (independente de qual corporação faça parte) que abusa. Que passa do simples "tratar como suspeito até que se verifique o contrário" para o "culpado até eu dizer que não".
Certa vez, ainda adolescente voltando da escola à noite, num trecho escuro a menos de 300m da minha casa, fui surpreendido por uma viatura da ROTA surgindo "do nada" ao meu lado com armas nas mãos... não me abordaram, mas em minha inexperiência da época tive convicção de que se o celular que eu trazia na mão (na qual os PMs fixaram olhar, certamente verificando se não se tratava de uma arma) tocasse e eu tivesse me assustado com o carro inesperado ao meu lado, teria sido baleado.
Noutras duas situações, de carro, fui parado em blitzens da Polícia Militar, ambas da seguinte forma: "Bom dia, cidadão. O senhor está sendo abordado em uma operação de rotina. Por favor, sua habilitação e documento do carro". Os tratei da mesma forma respeitosa e não houve qualquer problema.
Enfim, excessos existem, infelizmente, mas se é realmente um cidadão de bem e foi abordado, deve-se obedecer aos comandos da autoridade presente. Eventuais abusos devem ser resolvidos posteriormente.

Anônimo disse...

Não é nenhuma novidade saber que uma abordagem policial é constrangedor e que gera certo desconforto. Porém, este é só um lado da moeda. Do outro está uma autoridade, uma pessoa como nós, cidadãos comuns com direitos e deveres. Onde quero chegar com esta reflexcão? Certo dia chego ao Rio de Janeiro depois de uma viajem, malas cheias de presentes para os parente e amigos, coisas de valor, quando então um mini-onibus da policia militar parou o circular no qual eu estava. Eu dei graças a Deus por isso e todos fomos revistados e nãome senti constrangi pela abordagem pois tratava-se de uma rotina policial visando a segurança de nós, os cidadãos comuns. Outro dia, recentemente, fui abordado após pegar uma rua contra mão para encurtar o caminho de casa com minha noiva e justo na porta de casa fomos parados por dosi policiais que nos pediram para sair do carro, suas armas apontadas diretamente para nós nos constrangeu bastante e então o policial me revistou e justificou o motivo de tal abordagem e nos liberou sem nos mutar. Isso me causou certo desconforto por alguns dias e fiquei indgnado comigo e com minha imprudencia. Resolvi entao procurar informações sobre este tipo de abordagem e hoje estou convencido de que nós cidadãos devemos ser os primeiros a zelar pela segurança de nossa cidade e se tiver a oportunidade, me descuparei algum dia com aquele policial, que com toda razão, não foi tão cortez na abordagem porém, não me causou nenhum dano físico e sua presença ali me deu mais confiança em poder sair e chegar em casa às 5 da manhã seguramente. Os policiais merecem nosso respeito e apoio neste tipo de abordagem e quando ifrigimos a lei, devemos ser conscientes disso e dar o braço a torcer, pois não há nada pior que procurar justificativas para insultar as autoridades quando nós nós nao estamos do lado da lei. Isso me causou uma grande vergonha de mim mesmo, um cidadão de bem, graças a Deus. Parabens pelo grande trabalho dos policiais de minha cidade, devido a este trabalho, os homicídios têm diminuido a cada dia.

Will Cabreira disse...

Meu amigo,

Entendo sua posição, e antes de qualquer comentário de minha parte, gostaria de deixar claro que não possuo nenhum tipo de preconceito para com a Polícia Militar, sequer compartilho da visão cética de alguns de que a polícia não presta.

Ocorre que, no caso em tela, percebo que há um equívoco na sua posição, pois o advogado possui prerrogativas e não poderia ser revistado como ocorreu na sua estória (digo estória com "e" por se tratar de ficção).

O artigo 7º do Estatuto da OAB dispõe sobre os direitos do advogado, entre eles há o de ser revistado, preso ou qualquer outro procedimento policial somente com a presença de algum representante da OAB.

Então, em sua estória, o primeiro procedimento quando o cidadão se identificou como advogado seria entrar em contato com a seccional da OAB para que trouxesse um representante.

O mesmo direito tem os Estagiários de Direito com Carteira da OAB, como no meu caso.

Há poucos dias, tive violado tal direito por Policial Militar, aqui chamados de Brigadianos, a qual vou poupar o nome, apenas informo que se tratava de um sargento, que procedeu com meu DIMP, a fim de verificar se eu tinha algum "problema com a Justiça", segundo o mesmo. Expliquei a ele e inclusive citei os artigos que me garantiam tais direitos, com a maior educação; lhe disse também que eu podia estar errado, mas tinha convicção de que as minhas prerrogativas estavam sendo violadas.

Ainda não sei se vou abrir um IPM (inquérito penal militar) contra o mesmo, porque apesar de tudo ele não me revistou nem foi grosseiro, mas acho que os cidadãos que vestem a farda não devem trabalhar na linha "todos são suspeitos até prova em contrário" e sim ao inverso.

Um grande abraço.

Anônimo disse...

Todo bandido se diz trabalhador. Já que todos na sociedade são trabalhadores, de onde vêm os bandidos então...

Anônimo disse...

mais policial e treinado pra agir com cautela nao com ameacas ao cidadao ve se cidadao tem bola de cristal pra saber se e realmente policiais e nao bandidos disfarcados

Geraldo PC disse...

Ao Bel. Will Cabreira, ouso assim tratá-lo, já que diz ser Advogado e possuidor de inscrição na OAB. Digo isso posto ao fato de que sua afirmação ser inveridica e o pior completamente absurda. O artigo 7º do Estatuto da OAB no inciso 4º,
IV - ter a presença de representante da OAB, quando preso em flagrante, por motivo ligado ao exercício da advocacia, para lavratura do auto respectivo, sob pena de nulidade e, nos demais casos, a comunicação expressa à seccional da OAB; em momento algum ha menção sobre abordagem policiais. Em caso de duvidas solicite informações a OAB e principalmente a nossa legislação vigente.

Anônimo disse...

Diante dos inúmeros comentários acima, constatado está que necessitamos com extrema urgência de uma profunda reformulação das estruturas policiais atualmente existentes em todo o país pois são comprovadamente ineficientes, corrompidas, despreparadas e não atendem aos fins para os quais foram criadas.

Anônimo disse...

Amigos, fico inconformado como tem tantas pessoas inconseqüentes e que fazem apologia as coisas erradas vejam esse vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=baIMUwtjmjQ

Para cada 1 pessoa defendendo a PM existem 10 falando mal, e ainda ameaçam os outros usuários que defendem a PM.
Nesse país de 3 mundo em que vivemos, uma verdadeira guerra civil, concordo plenamente que a PM não tem que pedir licença e nem por favor para fazer um abordagem, e muitas vezes concordo em apontar a arma sim.

Creio que infelizmente nossa sociedade ainda é muito atrasada, e culturalmente pobre, e que a cada dia que passa não vejo futuro para esse país onde a corrupção come a solto, e onde as pessoas só querem tirar vantagem uma das outras.

Agora só faltam tirar a arma de fogo da policia militar, isso é o que o bandido mais quer, a população desarmada, e a policia também, ai vai virar a festa.

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