Os militares estaduais e o seu papel político no futuro da nação

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

* José Wilson Gomes de Assis

O Brasil nos últimos anos tem se destacado no cenário mundial como uma das grandes potências emergentes. Muitos analistas fazem a previsão de que nas próximas décadas estaremos entre as primeiras economias do mundo. Entretanto, para que o país continue crescendo em um ritmo que lhe garanta alcançar a condição de potência mundial, terá que superar, o quanto antes, alguns problemas estruturais (gargalos do desenvolvimento) que poderão dificultar ou até mesmo frustrar tal pretensão e, em vez de sermos efetivamente uma potência, permaneceremos estagnados, continuando a ser a perpétua promessa, o eterno “país do futuro”.

Entre os principais problemas estão a educação, saúde, infra-estrutura, reforma fiscal, reforma política, segurança alimentar, ações efetivas contra a corrupção, entre outros, merecendo destaque especial a segurança pública, em virtude da insustentável situação em que esta se encontra em todo o país. Assim, é inconcebível que uma nação que aspire ser uma potência mundial seja incapaz de solucionar problemas de segurança interna. Nesse diapasão, nós profissionais de segurança pública não podemos ficar alheios a essa realidade.

Vivemos num Estado Democrático de Direito e, portanto, se pretendemos obter mudanças significativas para nós e para a segurança pública, precisamos nos valer dos meios que a democracia oferece, pois para que sejamos escutados e atendidos em nossas legítimas aspirações, não basta apenas sermos uma instituição proba, é preciso também atuar como agentes políticos.

Assim, somente com poder político poderemos atuar diretamente na formulação de leis e diretrizes para a segurança pública nacional. Caso contrário, permaneceremos como instituições fracas, com baixos salários, atuando em péssimas condições de trabalho e, como se não bastasse, ainda somos responsabilizados por todos os problemas da segurança pública.

Infelizmente (ou felizmente) estamos sendo lançados para lutarmos em um campo bastante novo para nós: a arena política. Logo, precisamos compreender que nossa existência digna como instituição dependerá, unicamente, de nossa adaptação e sobrevivência nesse novo cenário. Por isso, devemos agir de forma inteligente, lutando com a mais poderosa arma que uma democracia oferece: o voto.

A segurança pública, como se enfatizou anteriormente, é questão crucial para o futuro do Brasil. Portanto, não podemos deixar o nosso destino como profissionais de segurança pública e, principalmente, o futuro do país nas mãos de interesses escusos e politiqueiros que costumam nortear a política de segurança pública há décadas.

Somos milhares. Destarte, se direcionarmos nossos votos (bem como o voto de nossos familiares e amigos) poderemos eleger vários de nossos próprios representantes. Todavia, se continuarmos com a estúpida e ineficiente prática de votarmos aleatoriamente em políticos que não têm sequer o mínimo compromisso conosco nem com a segurança pública, receio que nosso futuro será muito mais nefasto que a vergonhosa e degradante situação em que se encontram os profissionais de segurança pública no país, ressalvada raríssimas exceções.

Para conseguirmos tal objetivo, teremos que nos unir com o objetivo de eleger nossos próprios representantes, pois somente assim, poderemos vislumbrar um futuro melhor. Nessa luta, não deverá haver espaço para corporativismos mesquinhos, uma vez que as atribuições de cada uma das instituições que integram o sistema de segurança pública estão previstas expressamente na Constituição Federal.

Logo, teremos que superar alguns empecilhos ainda existentes e que podem frustrar nosso objetivo: oficiais x praças, no âmbito das instituições militares estaduais; polícia militar x polícia civil, em âmbito estadual; e polícia rodoviária federal x polícia federal, em nível nacional.

Nesse contexto, precisamos que todas as instituições estejam unidas, e embora o efetivo das Polícias Militares seja infinitamente superior ao das demais instituições, é estritamente necessária nossa atuação em bloco (PM, BM, PC, PRF, PF e Guardas Municipais), uma vez que a segurança pública é um todo, e de nada adiantará que um de seus ramos tenha toda estrutura necessária enquanto os demais apenas subsistam.

Somente como agentes políticos teremos a oportunidade de resolver problemas históricos que ainda nos afligem: salários, condição de trabalhos, ascensão funcional, carga horária de trabalho, regulamentos disciplinares arcaicos, ausência de políticas sérias para a segurança pública etc.

Dessa forma, finalmente teríamos cidadania plena, deixaríamos de ser subcidadãos tolhidos de vários direitos fundamentais extensíveis aos demais e que, ironicamente, nos cabe apenas o fardo de garantir-lhes o gozo, jamais gozá-los.


Nesse diapasão, é importante lembrar que se hoje existem projetos como a PEC 300, isso se deve ao fato de alguns estados, ainda que timidamente, conseguiram eleger representantes de nossa categoria, os quais, atuando com descomunal força de vontade, estão conseguindo materializar melhorias para os militares estaduais. Assim, imaginemos o enorme ganho que teriam os profissionais de segurança pública, bem como a própria segurança pública, se conseguíssemos o inédito feito de elegermos, no mínimo, um deputado federal por estado, formando uma bancada federal forte e coesa.

Logicamente, por questões óbvias, devemos também eleger deputados estaduais, bem como vereadores, uma vez que a cada dia aumenta a participação do município na área da segurança pública.

Em relação aos candidatos à presidência da República e ao governo dos estados, não podemos olvidar que o nossos votos deverão ser direcionados apenas aos que apresentarem previamente propostas concretas para melhorar a situação da segurança pública no país.

Por fim, imprescindível se faz ressaltar que a atuação política dos militares estaduais, bem como a de todos os demais profissionais de segurança pública, é, sem sombra de dúvida, o caminho mais eficiente e seguro a trilhar, principalmente se comparado ao espinhoso caminho dos movimentos grevistas ou ações similares, cujas conseqüências são sempre traumáticas para nós e para sociedade.

Uma grandiosa oportunidade se apresenta. Portanto, dependerá apenas de nós se, tal como no mito da caverna de Platão, permaneceremos nos lamentando nas sombras, acorrentados aos grilhões que nos oprimem; ou ousaremos quebrar as amarras e seguir o raio de luz que nos levará a um futuro melhor.

Vivemos um momento sem precedentes na história dos militares estaduais, pois nos demos conta da força descomunal que possuímos. Assim, nosso futuro dependerá exclusivamente das escolhas que fizermos nesse momento. Na atual conjuntura, a atuação política é, indubitavelmente, a melhor escolha a fazermos, sob pena de continuarmos a esmolar melhores salários e melhores condições de trabalho, dependendo sempre do humor e da caridade de nossos governantes.

“Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado”. RUY BARBOSA

“Aqueles que dizem que algo não pode ser feito deveriam sair do caminho daqueles que estão fazendo”. JOEL BARKER

Teresina – PI, 19 de novembro de 2009.

(a) JOSÉ WILSON GOMES DE ASSIS – CAP PMPI



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24 comentário(s):

Anônimo disse...

concordo plenamente com suas opinioes, somente unidos conseguiremos melhor as condições das policias do brasil, com luta, e perserverança venceremos não somente por melhores salarios, mas tambem por leis que nos amparem e nos de condições de trabalho, assim como já acontece nos paises desenvolvidos onde a policia e bem paga e valorizada em suas ações e atuações, assim vamos ser um pais de primeiro mundo. vamos todos unidos nessa luta que com certeza podemos vencer. abraços.

Anônimo disse...

meus lindos!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Quanto ao elegermos irmaos milicianos é muito facil é só dividir um estado, depende do tamanho do estado e dividir por dois, tres, quatro.
Seria assim, Minas gerais tera um candidatos para deputado federal, um deputado estadual e um senador,dividiriamos o estado por quatro região e a votaçao seria assim a 1ª e 2ª regiao votaria nos candidatos "A" e 3ª e 4ª região nos candidatos "B", assim com certeza no minimo teriamos eleitos dois deputados um estadual e federal e um senador e se trabalhar melhor nesta divisão poderiamos ter ainda mais politicos eleitos por nos.

Anônimo disse...

Muito boa essa postagem. concordo plenamente com essa idéia. Uma opinião: Ainda muitos militares não conhecem este site, vamos copiar esta postagem e enviar para nossos colegas por e'mail e pedirmos sua divulgação. "A UNIÃO FAZ A FORÇA"

FARLEY disse...

PARABENS, MEU NOBRE CAPITAO, NOS MILITARES ESTADUAIS DO BRASIL, PRECISAMOS CADA VEZ MAIS DE HOMENS COMO O SENHOR, POIS A PARTIR DO MOMENTO QUE OS GOVERNOS PERCEBEREM QUE NAO SO AS PRAÇAS COMO TAMBEM OS OFICIAIS ESTAO DESCONTENTES COM A ATUAL POLITICA DE SEGURANÇA PUBLICA QUE DESVALORIZA O HOMEM E SE PERDEM EM SOLUÇOES POLITICAS ELEITOREIRAS, ABRIRAM OS OLHOS PARA O QUE REALMENTE VEM OCORRENDO NO PAIS...PESSOAS HONESTAS SE ENCLAUSURAM EM SEUS DOMICILIOS ENQUANTO MARGINAIS VIVEM A SOLTA NAS RUAS ESPERANDO O MOMENTO PARA NOS SBJULGAR, DIREITOS HUMANOS SAO COBRADOS, PARA AQUELES QUE NAO RESPEITAM OS DIREITOS... LESAO, FURTAM, ROUBAM, MATAM, ESTUPRAM E MUITO MAIS, E NOS POLICIAIS, ESTAMOS ENTRE A CRUZ E O PUNHAL, POIS PODEREMOS SER ELOGIADOS POR PASSAR A MAO NAS CABEÇAS DESSES ANTI-CRISTOS, OU MASSACRADOS, POR NO ATO DE SUAS PRISOES, NAO OS RECEBERMOS COM BEIJOS E ABRAÇOS, POIS LOGO APOS; AQUELAS SENHORAS QUE OS COLOCARAM NO MUNDO DIZEM SER SEUS FILHOS; INOCENTES VITIMAS DA SOCIEDADE, POIS NA VERDADE SAO FRUTOS DE SUA NEGLIGENCIA E CORROBORAM COM ELAS, AQUELES CAMARADAS LEGISLADORES QUE VEEM NA POPULAÇAO MARGINAL E CARCERARIA, UM GRANDE PUBLICO ELEITOR.

Gilmar disse...

Concordo na integra,pois,se unirmos forças,principalmente nas urnas,elegengendo para o senário político representantes nossos,poderemos cobrar mais diretamente,e com isto,mostrar-mos a estes politicos de merdas que estão no poder,que policia não é escória da sociedade.A câmara dos Deputados e o Senado Federal deveriam ler o livro O DIA EM QUE A POLÍCIA PAROU,de Cabo Júlio para eles fazerem uma analise se compensam cutucar-nos com vara curta e afrontarmos,pois,na nossa greve de 1997 liderada pelo Cabo Júlio,mostramos que quando unimos força,nem politicos,nem alto comando nos segura,e com nossa greve,foi abrindo caminho pra outros Estados.Só que caso haja outra será em todos os Estados,e quero ver Exército dá conta.Será uma catástrofe e culpado serão os nossos representantes politicos de uma enorme incompetência.

Anônimo disse...

Temos que saber quais companheiros estão conosco nesta empreitada para podermos analisar suas propostas e começarmos a unir forças. Ficarei satisfeito em fazer divulgação após receber nomes e propostas. Que Deus nos ilumine não nos deixando envolver nesta sujeira.

Dias disse...

Cap jose Wilson Gomes de Assis
Prezado companheiro, parabenizo pelo excelente
pronunciamento...verdadeira expressão....bom que todos PM nível país,
tomem conhecimento...abraço fraterno.

rodrigo disse...

Olha primeiramente parabéns ao artigo. excelente visão da questão segurança pública. Mas, no meu estado,RS, parece que as coisas não são tão positivas assim. Vou citar dois casos: tentamos com muita força escolhermos dentro de um conjunto de servidores, um representante para o legislativo municipal. Infelizmente, a luta de classes aqui é muito forte. E isso não foi possível.
Além disso, os praças ainda sofrem com as humilhações de comandos retrógrados e desorganizados. Esses dias um tenente teve a insensibilidade de dizer que uma viatura vale mais que um soldado. Assim nobre colega, como vamos conseguir aliar forças se não conseguimos juntar respeito e dignidade entre os próprios colegas de farda? Quem sabe em locais mais civilizados essa perspectiva seja viável.

Anônimo disse...

Otimas palavras!!!

Fábio disse...

Parabens senhor, a nossa classe precisa de mais homens como o senhor, eu mesmo estou fazendo a minha parte e acredito que seremos reconhecidos e valorizados por nossa sociedade que tanto precisa de nosso desempenho. Depois de 24 anos estou fazendo faculdade de biologia e aprimorando meus conhecimentos para poder servir melhor ao nosso país.

Pires disse...

Olá, amigos.
Muito boas as idéias do Cap PM Jose Wilson da PMMI, o qual encherga além das montanhas, o cenário triste que estamos vivendo hoje, cada instituição puxando para o seu lado e não chegando a lugar nenhum. Se conseguirmos nos unir jamais seremos vencidos, pois somos intituições fortes, forjadas na disciplina e coragem.

Melo disse...

Agradeço, CAP José Wilson por apoia pec e outros projetos, aqui na Bahia estamos com
CAP Tadeu Deputado Estadual,VAMOS CONTINUAR LUTANDO.

Mazinho disse...

CAP-PMPI JOSÉ WILSON, CONCORDO COM SUA OPINiÃO, MAS TEMOS ALGUNS COLEGAS QUE CEGAM LÁ E PASSAM A FALAR SÓ A SUA LINGUAGEM OU DOS POLITICOS QUE NÃO ESTAO INTERESSADOS EM MUDANÇAS, MAIS FICO FELIZ EM SABER QUE TE POLICIAIS CONSCIENTES E LUTANDO POR DIGNIDADE...

Cristiano disse...

Irmão você foi feliz nas suas palavras espero que os nossos companheiros reflitam sobre isso.

Anônimo disse...

Muito bom texto!
O que deveria ocorrer no ano eleitoral, em se falando de segurança pública, seria um sistema de organização das forças públicas (PM, BM, PC, PRF, etc), ou seja, cada instituição teria que por obrigação eleger um deputado federal e estadual (no minímo) em seu estado. Capacidade e união já mostramos que temos. Temos que parar com esta mania de orgulho e ganância, como ocorreu na eleição passada, onde nossos queridos políticos "autorizaram" apelando para a democracia, que qualquer um poderia se candidatar. Foram perfeitos! Dividir para conquistar. E conseguiram! Colegas que sabiam que não tinham a miníma chance de ganhar, se candidataram e com a ilusão de estarem dispensados por um tempo, tiraram votos valiosos de outros. E o que resolveu ? Nada! Absolutamente, nada!
Vamos nos reorganizarmos companheiros. Lembro-me que na primeira eleição depois da greve de MG, em todas (reforçando) TODAS, as cidades de Minas Gerais, o Cabo Júlio obteve votos, sendo o deputado federal mais votado na história. Portanto, vamos parar com estes sentimentos mesquinhos e de grandeza. Vamos escolher, decidir o alvo e votar! Votar num "praça", votar num "oficial", votar num "delegado", não importa. Temos que ter gente nossa lá e quanto mais melhor. Temos que fazer valer nossa voz e na era da democracia só é ouvida através do nosso voto!

FORÇA E HONRA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Anderson disse...

Amigos! essa é a hora de mostrarmos o nosso comprometimento com a política Brasileira e mostrarmos o quanto pesa a nossa união, vamos nos conscientizar em colocar muitos deputados federais e estaduais nos reprentando, e por que não? em fazermos uma campanha para fazer com que a policial que está no BBB 10 na globo, gnahe esse programa, para mostrar a toda a sociedade e aos políticos a nossa força. ajude a promover essa campanha, também sou policial de Minas Gerais e queremos mostrar a nossa força. abraço.

Anônimo disse...

Parabens pelo excelente artigo capitão. O senhor tem uma visão de verdadeiro PM do futuro.
Att,
Sgt PMMA Rocha

Anônimo disse...

muito bom artigo capitão e digo que a nossa pm/pa já esta ascolhendo um representante que é o cb paiva quem sabe num futuro proximo teremos outros mais vamos abraçar esta causa caros policiais do estado do pará juntos seremos mais que vencedores

Anônimo disse...

PALAVRAS COMO ESTAS TEM DE SER DIFUNDIDA EM TODAS AS UNIDADES POLICIAIS, OU SEJA, DO BATALHÃO AO SUB-DESTACAMENTO.
SOMENTE QUEM PASSOU PELA PM/BM SABE EXPRESSAR O QUE REALMENTE NECESSITAMOS, ENTÃO VAMOS NOS MOBILIZAR E ESCOLHER CANDIDATOS DA CASERNA, POIS SOMENTE ASSIM PODEREMOS EXIGIR O NOSSO VOTO, O QUE NÃO ACONTECE QUANDO ELEGEMOS CANDIDATOS CIVIS, PORQUE ELES NÃO TEM A MÍNIMA NOÇÃO DO QUE É SER POLICIAL E BOMBEIRO MILITAR.
PARABÉNS MAIS UMA VEZ PELAS NOBRE E EDIFICANTES PALAVRAS.

SGT GEISEL - UBERLANDIA-MG

Ferreira disse...

José Ricardo, que bela matéria escrita pelo Cap. José Wilson da PM de Teresina-Pi. Concordo com ele em genero, numero e grau. Somente com representantes nas Casas Legislativas e em grande numero, será possível mudar a situação da Segurança Pública nos Estados. Governantes e politicos que não sejam do meio não desejam, não querem uma Segurança Pública Estadual independente e evoluida, justamente para não perder o controle dessas. Estrutura ideal de trabalho e salário digno, proporciona a qualquer trabalhador, oportunidade de evolução na vida social como um todo. Repito! É exatamente isto que os governantes e politicos até hoje tentar evitar. Entretanto, sempre se preocupara em pagar bem quem comanda (Delegados e coronéis), que não raro representam unicamente o interesse do Estado (instituições de Segurança Pública). E a arma é união, concientização, mobilização, produtividade e atenção máxima com a sociedade. Grande abraço.

Celso Rangel disse...

Capitão acho que a nossa polícia é a malha da sociedade, tem dado provas que deseja e sempre desejou estár do lado do povo, se a polícia não for respeitada, a sociedade também perde o respreito.
Nossos policias, ganh
am tão pouco e estão provando com bravura e honradez, o amor à farda e aos seus pricípios e deveres; Cabe a nós cidadãos Brasileiros, pedir à Deus que guarde estes guerreiros, debaixo da sua mão santa e poderosa.

Anônimo disse...

Senhor Capitão

Sou sargento em bhte-mg, acredito no futuro politico de nossa instituição, mas ainda estamos amadurecendo na politica, precismos entrar nesse novo universo cultural com mais Ânimo, união e menas discordancias internas. Em Minas tem funcionado assim:
* A candidatura e livre sem nenhuma previa para definir os principais candidatos por regiões, logo acontece o que os que estão no poder querem, PULVERIZAÇÃO DE VOTOS E CANDIDATOS derrotados às centenas, não elegemos o quanto deveriamos.
* Outro ponto que gostaria de ressaltar é ainda mais cruel, alguns candidatos sofrem uma perseguição velada, são transferidos, perdem promoção com redução na pontuação com alegação de falta de dedicação e desempenho por terem ficando ausentes para o pleito, logo somos desetimulados a representatividade, á quem interessa?- a pergunta é otima e vsa. talvez tenha a resposta.
* O outro ponto que gostaria de ressaltar é que em ano de pleito eleitoral há a ressurreição do tema DITADURA MILITAR NA TELEVISÃO e nos bombardeiam e massacram aterrorizando a população, e o objetivo é claro cuidado quando votar em um militar. Isso é cruel e aceitamos em silencio eles destruirem todo um trabalho social feito pelos serviços implantados pela nossa gloriosa instituição, mas confesso, não consigo explicar nem entender nos destroem com discursos infames e nada fazemos...PORQUE? _cASO O SENHOR TENHA RESPOSTAS PARA MINHAS INDAGAÇÕES MANDE UM EMAIL PARA: SOLRMG@IG.COM.BR

ABRAÇO E PARABENS PELA MENTE ABERTA AO FUTURO DE NOSSA NAÇÃO MILICIANA.

tenpmmil. disse...

PARABENS CAPITAO WILSON. SOU POLICIAL MILITAR DA BRIOSA PMPI E NOS MEUS 30 ANOS DE SERVIÇOS AINDA NAO TINHA VISTO ALGO IGUAL AO TEOR DO PENSAMENTO POSTADO. SOMENTE ASSIM SAIREMOS DO MARASMO,DA MESMICE, DA BRASA PARA MEU PEIXE,PRIMEIRO EU. QUE AS IDEIAS FUTURAS SIGAM AS REGRAS NAO DO CORPORATIVISMO INDIVIDUAL MAS DE UM CORPORATIVISMO SE ASSIM PODEMOS USAR A EXPRESSAO,PARA VERMOS A PMPI COMO UM TODO E NAO O PARTICULAR. QUE O OBJETO FOCO SEJA UM PRODUTO DE QUALIDADE A SER VENDIDO SOCIEDADE E ESTA, CERTAMENTE,CONTRIBUIRÁ COM SEUS POLICIAIS EM SEUS ANSEIOS,COMO SEJA, BONS SALARIOS.

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